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EUA retiram Alexandre de Moraes e esposa de lista da Lei Magnitsky

Uma decisão inesperada sacudiu o cenário internacional: o governo dos Estados Unidos retirou, nesta sexta-feira (12), o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes da lista de pessoas sancionadas pela Lei Magnitsky. A medida também beneficia

12/12/2025

12/12/2025

Uma decisão inesperada sacudiu o cenário internacional: o governo dos Estados Unidos retirou, nesta sexta-feira (12), o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes da lista de pessoas sancionadas pela Lei Magnitsky. A medida também beneficia sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o Instituto Lex, que tem laços familiares com o ministro.Governo dos EUA retira sanções

A notícia foi anunciada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro norte-americano, semanas após as sanções iniciais impostas durante o governo Trump. Mas qual o impacto desta mudança e como ela afeta a imagem internacional de Alexandre de Moraes?

O que levou à retirada das sanções?

Para entender completamente este desenrolar, é importante conhecer a Lei Magnitsky. Trata-se de um mecanismo jurídico norte-americano destinado a sancionar violadores de direitos humanos, incluindo o bloqueio de bens e proibição de entrada nos EUA. No caso de Alexandre de Moraes, ele foi inicialmente acusado de violar a liberdade de expressão e realizar "prisões arbitrárias".

Qual o contexto por trás das acusações?

As sanções, que começaram como uma resposta às atividades do ministro alegadamente ligadas ao cerceamento de liberdade, mencionaram diretamente o julgamento de tentativas de golpe e restrições a empresas de mídia. O Secretário do Tesouro, Scot Besset, afirmou que as ações de Moraes representavam uma campanha de opressão e censura que incluía até "processos politizados contra o ex-presidente Jair Bolsonaro".

Qual a repercussão da retirada?

Com a retirada das sanções, resta saber como a narrativa em torno de Alexandre de Moraes irá evoluir tanto no Brasil quanto internacionalmente. Este ato de revogação levanta questões sobre as relações entre os poderes judiciais brasileiro e norte-americano e promove um debate sobre a interpretação dos direitos humanos em contextos globais.

À medida que essas dinâmicas complexas se desenrolam, tudo leva a crer que mais capítulos dessa história ainda serão escritos, mantendo os olhos do mundo voltados para as decisões judiciais e suas repercussões internacionais.



Com informações da Agência Brasil

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