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Vice-presidente da Venezuela exige dos EUA prova de vida de Maduro

No cenário político tenso da Venezuela, a vice-presidente Delcy Rodriguez fez uma declaração bombástica neste sábado (03), exigindo provas de vida do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. Ambos desapareceram misteriosamente após ataqu

03/01/2026

03/01/2026

No cenário político tenso da Venezuela, a vice-presidente Delcy Rodriguez fez uma declaração bombástica neste sábado (03), exigindo provas de vida do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores. Ambos desapareceram misteriosamente após ataques dos Estados Unidos, o que levantou preocupações sobre sua segurança e o futuro do país.

As acusações feitas por Rodriguez são sérias: bombardeios norte-americanos teriam atingido civis em diferentes partes do país, incluindo a capital e os estados de Aragua, Miranda e La Guaira. Em meio a esses ataques, a busca por respostas e informações se intensifica. Você sabe o que está realmente acontecendo na Venezuela?

Qual foi a reação imediata dos líderes venezuelanos ao ataque?

Delcy Rodriguez destacou que o presidente Maduro já havia alertado sobre a possibilidade de um ataque desse tipo. Diante da situação desastrosa, as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB), as milícias e as agências de segurança foram mobilizadas para uma defesa nacional robusta, sob a liderança do ministro da Defesa, Vladimir Padrino López.

Como a vice-presidente defendeu a soberania venezuelana?

Rodriguez reiterou o compromisso da Venezuela de manter sua independência e destacou o legado de Simón Bolívar, afirmando que ninguém quebrará o espírito de liberdade do país. Nas suas palavras, "Jamais seremos escravos. Somos filhos e filhas de Bolívar." Essa resistência é vista como uma questão de honra e dever nacional.

Qual é a visão das organizações internacionais sobre os ataques?

A Rede de Intelectuais, Artistas e Movimentos Sociais em Defesa da Humanidade (REDH), juntamente com outras organizações, classificaram os ataques como um "crime contra a paz". Eles denunciam uma tentativa de intervenção armada pelo petróleo venezuelano, uma grave violação à Carta das Nações Unidas. Apelam por solidariedade internacional para conter o que veem como uma ação imperialista.



Com informações da Agência Brasil

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