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África do Sul solicita que Conselho da ONU se reúna com urgência

Você já imaginou abrir o jornal e se deparar com uma notícia que muda completamente o cenário político internacional? Foi exatamente isso que aconteceu com o recente ataque militar dos EUA à Venezuela. Neste episódio chocante, o presidente venezuelano Nic

03/01/2026

03/01/2026

Você já imaginou abrir o jornal e se deparar com uma notícia que muda completamente o cenário político internacional? Foi exatamente isso que aconteceu com o recente ataque militar dos EUA à Venezuela. Neste episódio chocante, o presidente venezuelano Nicolás Maduro foi capturado, e o mundo está em alerta. A África do Sul, ao se levantar em protesto, solicitou ao Conselho de Segurança da ONU uma reunião urgente, qualificando essa ação como uma clara violação da Carta das Nações Unidas.

Mas como chegamos a esse ponto? A invasão de um país soberano coloca em xeque a estabilidade internacional, levantando questões sobre o uso da força e intervenção em assuntos internos de uma nação. No coração da polêmica, está a coletânea de regras e princípios que unem os países sob a bandeira das Nações Unidas. E agora, mais do que nunca, essas diretrizes estão sendo postas à prova.

O que a África do Sul argumenta?

De acordo com um comunicado oficial, a África do Sul enfatiza que a Carta da ONU não justifica intervenções externas em questões internas de países soberanos. “A história tem demonstrado repetidamente que invasões militares geram apenas instabilidade e aprofundamento das crises”, afirma a nota do governo sul-africano. A preocupação é que ações unilaterais como essa venham a minar a ordem internacional e o princípio da igualdade entre as nações.

Qual é o contexto histórico dessa intervenção?

Este não é o primeiro episódio de intervenção dos EUA na América Latina. A última invasão militar significativa aconteceu em 1989, no Panamá, com a captura do presidente Manuel Noriega. De forma semelhante, agora os EUA justificam suas ações acusando Maduro de envolvimento em narcotráfico. Entretanto, especialistas questionam a existência do cartel venezuelano "De Los Soles".

Quais são as motivações por trás dessa ação dos EUA?

Críticos apontam que o movimento visa reduzir a influência de potências como China e Rússia no continente sul-americano. Além disso, há o interesse estratégico no petróleo venezuelano, já que o país possui as maiores reservas comprovadas do mundo. Durante o governo de Donald Trump, uma recompensa de 50 milhões de dólares foi oferecida por informações que levassem à captura de Maduro.

Imagem do ataque à Venezuela

Este panorama levanta questões cruciais sobre a política internacional e o uso do poder militar. A reunião solicitada pela África do Sul no Conselho de Segurança poderá moldar o futuro das relações diplomáticas e da paz global. Fique atento aos desdobramentos deste caso, que promete impactar profundamente o cenário global.



Com informações da Agência Brasil

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