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Mundo

EUA na OEA: petróleo da Venezuela não pode ficar na mão de adversários

Em uma reunião de emergência convocada pela Organização dos Estados Americanos (OEA), o embaixador norte-americano Leandro Rizzuto defendeu a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela. No evento realizado na terça-feira (6), ele argumentou que o petróle

06/01/2026

06/01/2026

Em uma reunião de emergência convocada pela Organização dos Estados Americanos (OEA), o embaixador norte-americano Leandro Rizzuto defendeu a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela. No evento realizado na terça-feira (6), ele argumentou que o petróleo venezuelano não pode ficar sob o controle de nações adversárias do Hemisfério Ocidental.

A ação americana conduziu à prisão de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, e de sua esposa, Cilia Flores. Segundo Rizzuto, "esta é nossa vizinhança, é onde vivemos." Ele enfatizou que não permitirão que a Venezuela se torne um centro de operações para potências como Irã, Rússia e grupos com ligações com Hezbollah e agências cubanas de inteligência. "Os lucros do petróleo não beneficiam o povo venezuelano", destacou.

O que motivou a operação dos EUA na Venezuela?

O embaixador Leandro Rizzuto sublinhou que a operação americana não foi uma invasão, mas sim uma resposta judicial. O objetivo: prender Maduro e sua esposa, conforme uma ordem judicial de indiciamento criminal nos Estados Unidos. "Não foi uma interferência na democracia, mas a remoção de um obstáculo para ela", explicou.

Os EUA controlam a situação na Venezuela?

Apesar de a retirada de Maduro ter gerado violência, como explosões em Caracas resultando na morte de membros da segurança presidencial, os EUA negam que estejam em guerra ou ocupando o país. O embaixador dos EUA na ONU, Michael Waltz, relatou que a ação teve caráter jurídico.

Qual será o destino de Nicolás Maduro?

Após a captura, Maduro foi levado para Nova York, onde enfrenta acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. Em audiência de custódia no Tribunal Federal, Maduro declarou-se inocente e afirmou ser um "prisioneiro de guerra". Enquanto aguarda julgamento num presídio federal no Brooklyn, sua situação gera tensão internacional.

Fonte da imagem: Representação da intervenção EUA na Venezuela



Com informações da Agência Brasil

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