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Mundo

EUA seguem ameaçando a Groenlândia e falam em compra do território

Imagine um cenário onde os Estados Unidos consideram a possibilidade de adquirir um dos territórios mais estratégicos do planeta: a Groenlândia. Sim, isso mesmo! Nesta quarta-feira (7), a secretária de Imprensa do governo de Donald Trump, Karoline Leavitt

07/01/2026

07/01/2026

Imagine um cenário onde os Estados Unidos consideram a possibilidade de adquirir um dos territórios mais estratégicos do planeta: a Groenlândia. Sim, isso mesmo! Nesta quarta-feira (7), a secretária de Imprensa do governo de Donald Trump, Karoline Leavitt, revelou que entre as opções na mesa está a compra desse território rico em minérios e petróleo.

Localizada próxima ao Canadá e amplamente coberta por gelo, a Groenlândia é um território autônomo pertencente ao Reino da Dinamarca. Estratégica por seu posicionamento no Círculo Polar Ártico, a ilha despertou o interesse norte-americano, levando inclusive a menções de uma possível conquista militar.

Por que a Groenlândia é uma peça no tabuleiro geopolitico?

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, irá discutir o futuro da ilha com líderes dinamarqueses em breve. Entretanto, a possibilidade de aquisição por meios militares não está fora da mesa, segundo seus comentários. Isso levanta questões sobre o que torna a Groenlândia tão atraente? Além da riqueza em minérios e petróleo, sua localização é um ponto crucial para o controle das rotas do Ártico.

Qual é o papel da Otan neste impasse?

A Dinamarca, sendo membro da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), vê um ataque dos EUA a um de seus territórios como uma possível ameaça à própria existência da aliança militar. A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, foi clara: a ilha não está à venda. O comprometimento dos aliados da Otan em defender a Dinamarca foi reafirmado por oito países europeus que destacaram a importância de soluções coletivas para as questões árticas.

O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik, ecoou esse sentimento, apelando por soluções diplomáticas e respeito às vias democráticas.

Quais são as reações de Donald Trump?

Donald Trump não se deixou abalar pelas reações adversas dos países europeus. Ele argumentou que a presença dos EUA é central para a influência da Otan, insinuando que sem os americanos, alianças militares na região são menos temíveis para a Rússia e a China. A firmeza de Trump parece se basear numa visão de que a abordagem militar é uma carta decisiva que pode vir a ser jogada, especialmente ao mirar em territórios ricos como a Groenlândia.

Esse posicionamento foi reforçado pelo contexto da guerra na Ucrânia, onde as potências europeias se uniram em apoio contra uma Rússia que justificou sua agressão pela ameaça percebida de expansão da Otan.

Informações fornecidas pela Agência Brasil e pela Reuters.



Com informações da Agência Brasil

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