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Mundo

Espanha apreende cocaína a bordo de navio que fez escala no Brasil

Imagine uma operação digna de filme: nas águas internacionais, um navio carregado com carga ilícita se aproxima da Europa. No último dia, agentes da Polícia Nacional da Espanha interceptaram essa vasta embarcação, escondendo mais de 10 toneladas de cocaín

13/01/2026

13/01/2026

Imagine uma operação digna de filme: nas águas internacionais, um navio carregado com carga ilícita se aproxima da Europa. No último dia, agentes da Polícia Nacional da Espanha interceptaram essa vasta embarcação, escondendo mais de 10 toneladas de cocaína. Originários de portos brasileiros, esses narcóticos tinham seu destino final em países europeus. Essa é considerada a maior apreensão de cocaína já realizada pela Espanha em alto-mar.

O sucesso dessa empreitada não foi solitário. A operação contou ainda com um verdadeiro time de peso: a Polícia Federal brasileira, a Agência Antidrogas dos EUA (DEA), além de autoridades da França e Portugal. Essa aliança demonstrou, mais uma vez, que a cooperação internacional é fundamental no enfrentamento ao tráfico de drogas.

Como se desenrolou a operação Maré Branca?

A grande ação, identificada como Operação Maré Branca, foi coordenada pela Procuradoria Especial Antidrogas do Tribunal Superior Nacional da Espanha. Em alto-mar, perto do arquipélago das Canárias, agentes do Grupo de Operações Especiais cercaram o navio após dias de monitoramento. Incrivelmente, 13 tripulantes foram detidos, embora o nome e origem do navio ainda permaneçam incógnitos.

Qual a importância da colaboração internacional?

A Polícia Federal brasileira destacou a relevância da cooperação entre nações para coibir o crime transnacional. "Os procedimentos legais serão conduzidos na Espanha, enquanto a Polícia Federal brasileira acompanha as investigações, mantendo o intercâmbio de informações e o apoio às ações de repressão ao crime organizado", reforçou a corporação.

O que havia no navio?

Escondidas entre toneladas de sal, estavam as quase dez toneladas de cocaína, embalada em 294 pacotes. Ao ser interceptado por forças espanholas, o navio ficou retido sem combustível, exigindo que a Sociedade de Salvamento e Segurança Marítima (Sasemar) da Espanha mobilizasse esforços para rebocá-lo até o arquipélago.

Essa operação ressalta tanto a audácia do crime organizado quanto a eficiência de uma aliança internacional no combate a esses crimes. O mundo assiste a este capítulo e o recado fica claro: o caminho do crime pode até percorrer vastos mares, mas não é infalível diante da união entre nações.



Com informações da Agência Brasil

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