Você já ouviu falar das tensões irrompendo no Irã? A repressão aos protestos tem capturado a atenção do mundo, com relatos alarmantes vindos de todos os cantos do país. Estima-se que cerca de duas mil vidas tenham sido ceifadas, conforme uma fonte governamental iraniana revelou à Reuters. As revoltas, inicialmente desencadeadas pela crise econômica, rapidamente evoluíram para um clamor por mudanças políticas. A resposta dura das forças de segurança só intensificou o desejo de muitos iranianos pelo fim do regime dos aiatolás, vigente desde 1979.
Em meio ao caos, a ONU não hesitou em demonstrar sua preocupação, descrevendo estar "horrorizada" com o tratamento brutal dos manifestantes e relatando claras violações de direitos humanos. E como se as tensões internas não bastassem, os EUA não intimidaram ao insinuar uma possível ofensiva, colocando ainda mais pressão nesta já explosiva situação internacional.
O que dizem os cenários nas ruas do Irã?
Comunicados do governo indicam uma tentativa de retomar as comunicações externas após dias de silêncio quase total. Entretanto, o clima não parece nada tranquilo: moradores relatam tiros disparados impiedosamente, ruas desertas, estabelecimentos incendiados e uma presença policial massiva nas ruas de Teerã.
Estados Unidos: nova tragédia, novos protestos
Virando o olhar para os Estados Unidos, a morte de Renee Nicole Good, uma cidadã americana de 37 anos, incendiou novos protestos contra o ICE, o nervo central da política migratória de Trump. A ONU pede por uma investigação rápida e transparente, enquanto vídeos surgem para desafiar a versão oficial de que Good teria tentado atacar agentes com seu veículo. Com três filhos e conhecida por monitorar as ações do ICE, a vida de Renee provocou uma nova onda de descontentamento que ecoa desde Minneapolis até a Casa Branca.
E no coração da Europa Oriental?
Os ventos da guerra no Leste Europeu não mostram sinais de trégua. Uma ofensiva agressiva por parte da Rússia resultou em um saldo de quatro mortes e dezenas de feridos na Ucrânia. As cidades de Kharkiv, Odessa e a capital Kiev foram duramente atingidas, comprometendo severamente a infraestrutura energética do país. Com dezenas de mísseis e drones ofensivos lançados sobre o solo ucraniano, as tensões entre Rússia e Ucrânia continuam a ferver.
Coreia do Sul: o julgamento que todos estão esperando
Neste canto da Ásia, a comunidade internacional observa atentamente enquanto a Coreia do Sul se prepara para o julgamento de seu ex-presidente Yoon Suk-yeol. Acusado de tentar impor uma lei marcial para manter o controle governamental em 2024, Yoon encara a possível pena de morte. Enquanto promotores afirmam seu desejo de restringir Judiciário e Parlamento, a defesa alega que seus atos foram apenas um alarme político. Com o veredito a se revelar em fevereiro, o país investiga uma nova direção política em meio a grandes incertezas.
Com informações da Agência Brasil