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Mundo

Itamaraty diz que acompanha andamento de acordo UE-Mercosul

Uma nova reviravolta no acordo Mercosul-União Europeia: você sabia que o Parlamento Europeu decidiu enviar este tratado histórico ao Tribunal de Justiça? Sim, essa parceria que promete criar a maior zona de livre comércio do mundo está literalmente em pau

22/01/2026

22/01/2026

Uma nova reviravolta no acordo Mercosul-União Europeia: você sabia que o Parlamento Europeu decidiu enviar este tratado histórico ao Tribunal de Justiça? Sim, essa parceria que promete criar a maior zona de livre comércio do mundo está literalmente em pausa, e os próximos passos serão cruciais. O governo brasileiro está de olho, reforçando que ratificar esse acordo é uma prioridade para Brasília. Agora, resta saber o que vem por aí, não é mesmo?

E o que está em jogo? Estamos falando de uma área de comércio livre gigantesca, abrangendo mais de 720 milhões de pessoas. Este acordo, celebrado entre os líderes do Mercosul e da União Europeia no Paraguai, busca eliminar tarifas alfandegárias em uma gama vasta de bens e serviços entre esses blocos. Se tudo seguir como o planejado, o Mercosul pretende zerar tarifas em até 15 anos para bens europeus, enquanto a Europa se compromete a fazer o mesmo em até 12 anos para produtos do nosso continente. Mas com a votação apertada dos eurodeputados, os planos precisaram dar uma paradinha.

Por que o Parlamento Europeu decidiu frear o acordo?

Curioso sobre o motivo dessa decisão? Na última quarta-feira, os eurodeputados resolveram colocar o pé no freio após 334 votos a favor de uma consulta jurídica sobre a legalidade e os procedimentos envolvidos no tratado. Contudo, a decisão não foi unânime, com 324 votos contrários. Essa pausa cria uma expectativa que mantém todos os países envolvidos, especialmente cinco da América do Sul, em suspense.

Quais são os possíveis próximos passos para o tratado?

Agora o que nos resta é acompanhar o desenvolvimento desse processo jurídico que pode se estender por cerca de dois anos antes que qualquer decisão seja levada ao plenário do Parlamento Europeu. Enquanto isso, aqui no Brasil, há uma expectativa de que o Congresso Nacional consiga aprovar a ratificação até o segundo semestre. Será que conseguiremos manter o cronograma?



Com informações da Agência Brasil

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