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Mundo

Em Davos, Donald Trump lança oficialmente seu "Conselho de Paz"

Em um movimento surpreendente, Donald Trump, então presidente dos Estados Unidos, anunciou, durante o Fórum Econômico de Davos, na Suíça, a criação de um novo "Conselho de Paz". Este conselho foi projetado, de acordo com Trump, para buscar soluções de paz

22/01/2026

22/01/2026

Em um movimento surpreendente, Donald Trump, então presidente dos Estados Unidos, anunciou, durante o Fórum Econômico de Davos, na Suíça, a criação de um novo "Conselho de Paz". Este conselho foi projetado, de acordo com Trump, para buscar soluções de paz e reconstrução na região de Gaza. Mas o que realmente este conselho significa em termos de poder e influência? E como isso impactará as relações internacionais? Vamos explorar.

Embora Trump tenha reforçado seu entusiasmo ao lançar o conselho, a verdadeira legitimidade do órgão permanece obscura. Não está claro como esse conselho, presidido por Trump, irá propor ou executar medidas de paz em territórios estrangeiros. O presidente destacou que o conselho foi idealizado para tratar questões de Gaza, mas também não descartou que poderia atuar em outros cenários globais.

Qual é a posição da ONU neste cenário?

Trump fez críticas à Organização das Nações Unidas (ONU), mas manifestou interesse em trabalhar em parceria com a organização. Ele afirmou que "quando esse conselho estiver completamente formado, poderemos fazer praticamente tudo o que quisermos, e faremos isso em conjunto com as Nações Unidas". Segundo Trump, a ONU ainda não atingiu todo seu potencial, algo que ele poderia ajudar a realizar por meio de seu novo conselho.

Quem vai aderir ao conselho de paz de Trump?

Apesar de Trump ter declarado que "todo mundo quer fazer parte do Conselho", muitos países convidados não se apressaram para participar, incluindo o Brasil. Noruega, Suécia, França, Eslovênia e Reino Unido já informaram que não se juntarão ao grupo. Oficialmente, apenas 22 nações, incluindo Arábia Saudita, Argentina, Israel, e Turquia, estão comprometidas, de um total de 59 que Trump alega estarem alinhadas para participar.

O que significa a adesão ao conselho?

Os países que aceitarem o convite terão um mandato de três anos ao integrar o conselho. No entanto, para se garantir uma posição permanente, é exigido um pagamento vultuoso de US$ 1 bilhão, um fundo que será administrado pelo governo dos Estados Unidos. Essa exigência levanta questões sobre a estrutura e a governança deste órgão.

Imagem ilustrativa do Fórum Econômico de Davos

Por fim, a formação e as futuras ações do Conselho de Paz de Donald Trump permanecem uma incógnita no cenário das relações internacionais, já que sua execução prática e eficácia ainda são questões em aberto.

*Com informações da Agência Brasil e da agência Reuters



Com informações da Agência Brasil

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