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Mundo

Brasil e União Europeia reconhecem equivalência em proteção de dados

O Brasil e a União Europeia deram um passo monumental ao firmarem um acordo de reconhecimento mútuo sobre padrões de proteção de dados. Este pacto, celebrado no Palácio do Planalto, marca um avanço significativo nas relações Brasil-UE, envolvendo não apen

27/01/2026

27/01/2026

O Brasil e a União Europeia deram um passo monumental ao firmarem um acordo de reconhecimento mútuo sobre padrões de proteção de dados. Este pacto, celebrado no Palácio do Planalto, marca um avanço significativo nas relações Brasil-UE, envolvendo não apenas indivíduos, mas também empresas em ambos os territórios.

Com a presença do presidente em exercício, Geraldo Alckmin, e do comissário da União Europeia, Michael McGrath, a cerimônia solidificou uma parceria destinada a aumentar a confiança em um ambiente digital cada vez mais desafiador. Como esse acordo pode impactar seu dia a dia e seus negócios? Descubra os bastidores desta conquista histórica.

O que este acordo representa para o Brasil e a UE?

Este acordo é o primeiro pacto bilateral sobre proteção de dados que o Brasil realiza, posicionando-se como um parceiro confiável da União Europeia. A iniciativa busca facilitar o fluxo livre de informações e impulsionar o comércio digital, com potencial de crescimento entre 7% e 9%. "Vai trazer mais segurança jurídica, facilitar a vida das pessoas, reduzir custos, melhorar competitividade e estimular investimentos recíprocos", disse Geraldo Alckmin durante o evento.

Como a União Europeia avalia a proteção de dados no Brasil?

A decisão da Comissão Europeia de reconhecer o Brasil como um país com um nível adequado de proteção de dados ressalta a confiança mútua. Michael McGrath afirmou que a decisão não apenas abrange setores públicos e privados, mas também oferece garantias de que os dados estarão protegidos em qualquer lugar da Europa.

Qual é o papel da ANPD neste processo?

Responsável pela fiscalização da legislação de proteção de dados no Brasil, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) considera este acordo como um marco para a economia digital e para os direitos fundamentais. O presidente da ANPD, Waldemar Gonçalves Ortunho Júnior, destacou que a adequação permite que as transferências de dados entre Brasil e UE ocorram de forma direta e segura.

Quais são as restrições do acordo de adequação?

Embora este acordo facilite as transferências de dados em muitas áreas, ele não abrange transferências realizadas exclusivamente para segurança pública, defesa nacional, segurança do Estado ou investigação criminal. Este tema sensível permanece alinhado com as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), garantindo um nível de proteção adequado para os dados pessoais dos cidadãos brasileiros.

Cerimônia de assinatura do acordo entre Brasil e União Europeia



Com informações da Agência Brasil

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