25° 23° | Rio de Janeiro - RJ

Dólar |

Euro |

Peso | 3.20


lupa
lupa
lupa
Mundo

Lula anuncia apoio à Michelle Bachelet para secretária-geral da ONU

Uma nova e significativa articulação política está ganhando força nos bastidores da diplomacia internacional. O governo brasileiro manifestou seu apoio à candidatura da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, para o cargo de secretária-geral da Organiz

02/02/2026

02/02/2026

Uma nova e significativa articulação política está ganhando força nos bastidores da diplomacia internacional. O governo brasileiro manifestou seu apoio à candidatura da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, para o cargo de secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Trata-se de um movimento que destaca não apenas a importância de se estabelecer uma liderança feminina à frente da entidade, mas também de considerar o rica trajetória profissional de Bachelet. Em oito décadas de história, esse parece ser o momento para que a ONU finalmente seja conduzida por uma mulher.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, em suas redes sociais, o quão relevante é a experiência de Bachelet para assumir esta posição. Ele ressaltou seu pioneirismo ao ser a primeira mulher presidente do Chile, ocupando ainda cargos notáveis como ministra da Defesa e da Saúde, além de desempenhar funções de alto impacto no sistema multilateral das Nações Unidas. Lula frisou que Bachelet teve um papel central na definição e consolidação da ONU Mulheres, além de sua significativa contribuição como alta comissária da ONU para os Direitos Humanos.

O que faz de Bachelet a candidata ideal?

Por que o nome de Michelle Bachelet foi levantado justamente agora? Suas experiências prévias em posições de liderança capacitam-na para enfrentar os desafios modernos da ONU, marcados por conflitos, desigualdades e retrocessos em termos de democracia. O presidente Lula afirmou: "Sua experiência, liderança e compromisso com o multilateralismo a credenciam para conduzir a ONU".

Como se desenvolve essa articulação internacional?

O apoio a Bachelet não vem apenas do Brasil. Em uma nota oficial emitida por seu Ministério das Relações Exteriores, foi esclarecido que a candidatura foi apresentada em conjunto pelos governos do Chile, Brasil e México. Este movimento reflete a intenção compartilhada dessas nações em colaborar ativamente para fortalecer o sistema multilateral e propor uma liderança apta a enfrentar os atuais desafios globais. Segundo o Itamaraty, o contexto internacional é caracterizado por complexidades que exigem uma ONU poderosa e resoluta.

Quais serão os próximos passos?

Atualmente, o cargo de secretário-geral da ONU é ocupado pelo português António Guterres, que foi reeleito em 2021 para um segundo mandato que termina em 2026. Portanto, o novo secretário-geral assumirá suas funções em janeiro de 2027.

Enquanto isso, o apoio formal a Bachelet simboliza um comprometimento com o multilateralismo, ideal central para uma governança mundial que respeite a cooperação internacional e a autodeterminação dos povos. A candidatura carrega a promessa de uma ONU mais efetiva, representativa e focada no bem-estar humano e na superação dos desafios globais, incluindo a paz e segurança internacional e a crise climática.

Para acompanhar atualizações sobre este e outros assuntos importantes, siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp.



Com informações da Agência Brasil

Tags