Imagine um cenário em que o Uruguai se destaca ao se tornar o primeiro país do Mercosul a ratificar um acordo de livre comércio com a União Europeia. A notícia é quente e parece dar um novo fôlego às relações entre os blocos econômicos. Não muito tempo depois, a Argentina segue o mesmo caminho, revalidando o texto com seus senadores em Buenos Aires. Curioso para saber o que isso significa para a região e para o Brasil? Vamos explorar!
Aqui no Brasil, a Câmara dos Deputados đã um importante passo nesta quarta-feira, aprovando o acordo comercial. O governo, sob a liderança de Lula, prometeu introduzir salvaguardas antes da análise do Senado. Enquanto isso, no Paraguai, o Congresso só revisará o texto após o recesso parlamentar em março. Parece um jogo de xadrez político e econômico, não é?
O que torna esse acordo tão importante?
Ah, o acordo! Ele tem potencial para criar um mercado comum de impressionante magnitude, abrangendo 720 milhões de habitantes e um PIB estrondoso de 22 trilhões de dólares. Considerando o poder econômico das duas regiões, isso não é pouca coisa!
Pode um país do Mercosul seguir sozinho com a União Europeia?
Interessantemente, o acordo permite uma entrada em vigor bilateral entre qualquer país do Mercosul e o bloco europeu, desde que a Comissão Europeia também dê seu aval. Mas, até agora, ainda não vimos essa luz verde.
Por que a Europa hesita?
Bom, a história não é exatamente um conto de fadas. Isso porque o Parlamento Europeu enviou o acordo para uma revisão legal pelo Tribunal de Justiça da União Europeia, um processo que pode demorar até dois anos. E tem mais: apesar do suporte majoritário, alguns países, como França e Polônia, demonstram oposição feroz, principalmente devido a preocupações do setor agropecuário.
Fonte: Agência Reuters
Com informações da Agência Brasil