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Mundo

EUA negam que mísseis do Irã atingiram porta-aviões Abraham Lincoln

Em meio a tensões crescentes no Oriente Médio, os Estados Unidos desmentiram neste domingo (1°) alegações de que o porta-aviões USS Abraham Lincoln teria sido alvo de mísseis iranianos. A embarcação foi deslocada para a costa desta região estratégica no ú

01/03/2026

01/03/2026

Em meio a tensões crescentes no Oriente Médio, os Estados Unidos desmentiram neste domingo (1°) alegações de que o porta-aviões USS Abraham Lincoln teria sido alvo de mísseis iranianos. A embarcação foi deslocada para a costa desta região estratégica no último sábado (28), em um esforço para intensificar as operações contra o Irã. Este episódio levanta questões sobre a situação geopolítica e militar envolvendo os EUA, o Irã e outros atores na região, incitando uma reflexão sobre possíveis desdobramentos futuros. Os bombardeios continuam na área.

De acordo com o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) do Irã, quatro mísseis balísticos teriam sido disparados contra o porta-aviões neste domingo, alegando que eles atingiram o alvo. No entanto, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) refutou essa informação, publicando imagens nas redes sociais que mostrariam aviões de combate decolando do USS Abraham Lincoln, e afirmando que os mísseis "não chegaram nem perto".

Qual é o impacto do desmentido dos EUA sobre os ataques?

O Centcom declarou que a alegação do Irã é infundada, reforçando o compromisso dos EUA com a segurança de seus cidadãos e a continuação das operações militares na região visando contrariar ameaças iranianas. Felizmente, eles asseguraram que a campanha na costa do Oriente Médio prossegue conforme planejado. Entretanto, durante ataques recentes, três militares americanos morreram e outros cinco ficaram gravemente feridos, embora "vários outros" tenham sofrido ferimentos leves e estejam prontos para retornar ao conflito.

Como os EUA e Israel estão reagindo às tensões com o Irã?

Os EUA e Israel conduzem ações militares contra diversos alvos no Irã, resultando em trágicas perdas humanas que incluem altas autoridades do país. A morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, abalou a nação e levou à criação de um novo conselho de governo, que promete ajustar as direções políticas internas e externas do Irã neste momento crítico. Mais detalhes sobre a formação do conselho.

Quais são as origens das recentes hostilidades entre EUA e Irã?

Essas tensões não são novidade, uma vez que os EUA, desde o primeiro governo Trump, saíram do acordo nuclear de 2015, que havia sido mediado pelo governo Obama para regular o programa nuclear iraniano. Os EUA e Israel acusam o Irã de desenvolver armas nucleares, enquanto Teerã insiste na natureza pacífica de seu programa e demonstra abertura para inspeção. Curiosamente, Israel, mesmo sob suspeita de possuir armas nucleares, nunca permitiu inspeções internacionais.

Com a retomada do poder de Trump em 2025, intensificaram-se as pressões sobre o Irã. As exigências incluíam o desmantelamento não apenas do programa nuclear, mas também a cessação do apoio ao Hamas e Hezbollah, ilustrando um quadro complexo de rivalidades no Oriente Médio.



Com informações da Agência Brasil

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