Você já imaginou estar em um cruzeiro pelo Oriente Médio e, de repente, ver seus planos mudarem drasticamente? Isso aconteceu com um grupo de brasileiros e outros passageiros a bordo do navio MSC Euribia. Desde o último sábado (28), eles estavam retidos em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, mas finalmente começaram a retornar para casa em voos fretados e regulares.
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A MSC Cruzeiros, empresa responsável pelo cruzeiro, anunciou que organizou uma série de voos para mais de 1.500 hóspedes que estavam a bordo, incluindo sete voos que já partiram da região. As operações foram realizadas para garantir que todos pudessem deixar Dubai e retornar aos seus respectivos países de origem.
O que levou ao cancelamento dos voos?
A origem do impasse foi uma série de ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, que levou ao fechamento do espaço aéreo em diversos países da região. Isso impediu que o grupo, incluindo brasileiros que estavam no cruzeiro, pudesse embarcar de volta ao Brasil no último domingo (1º).
Como está a situação dos passageiros a bordo?
Enquanto o MSC Euribia permanece atracado em um porto local, as autoridades de segurança regionais e internacionais determinam que a situação continue sob controle. Segundo a MSC Cruzeiros, "a situação a bordo está tranquila, e nossos hóspedes e tripulantes estão confortáveis e bem assistidos". Isso demonstra o cuidado que a companhia está tendo para garantir o bem-estar dos passageiros.
Quais destinos estão sendo contemplados nos voos de retorno?
Os hóspedes do cruzeiro estão sendo direcionados a uma série de destinos, incluindo Reino Unido, Itália, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Brasil. A organização dos voos se deu por meio de parcerias da MSC Cruzeiros com empresas aéreas como a Emirates e a Flydubai, e também com auxílio de alguns governos.
Quais são as consequências para a MSC Cruzeiros?
Devido à situação tensa na região, a MSC Cruzeiros tomou a medida de cancelar o próximo cruzeiro do MSC Euribia, que partiria nos dias 7, 8 e 11 de março de Dubai, Doha e Abu Dhabi, respectivamente. Essa decisão foi tomada para proteger seus clientes e funcionários, mostrando o compromisso da empresa com a segurança de todos os envolvidos.
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Com informações da Agência Brasil