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Saúde

Sensibilidade ao sol: veja por que algumas pessoas ficam vermelhas após exposição

Quando o verão chega ao nosso hemisfério, muitos esperam ansiosos pelos dias de sol, enquanto outros tentam a qualquer custo fugir do calor ameno. Independentemente do time ao qual você pertence, é inegável que essa estação traz consigo mudanças important

Redação EdiCase Redação EdiCase

18/01/2026

Redação EdiCase
Redação EdiCase

18/01/2026

Quando o verão chega ao nosso hemisfério, muitos esperam ansiosos pelos dias de sol, enquanto outros tentam a qualquer custo fugir do calor ameno. Independentemente do time ao qual você pertence, é inegável que essa estação traz consigo mudanças importantes em nossas rotinas, como a maior frequência de atividades ao ar livre — seja um simples passeio pelo parque ou aquele merecido descanso na praia.

A verdade é que de dezembro a março é preciso cuidado redobrado com a saúde da pele. A exposição intensa aos raios ultravioletas pode trazer consequências indesejadas, aumentando a urgência de hábitos como o consumo de água e o uso diário do protetor solar. Mas, além dessas, há outras práticas que ajudam a proteger a sua pele durante esse período quente. Vamos descobri-las?

Por que o gene MC1R é importante para a sensibilidade solar?

Você sabia que a nossa sensibilidade ao sol está ligada a um gene chamado MC1R? Esse gene, que reside no cromossomo 16, desempenha um papel crucial na produção de melanina — o pigmento que determina não só a coloração da nossa pele, olhos e cabelos, mas também a nossa capacidade de bronzeamento. Pessoas com variações específicas desse gene, como o genótipo “CT ou TT”, geralmente possuem pele clara e são mais sensíveis aos efeitos dos raios UV, enfrentando uma maior dificuldade em se bronzear.

Sensibilidade ao sol: veja por que algumas pessoas ficam vermelhas após exposição
Chapéus, bonés e óculos escuros conferem uma barreira física entre os raios solares e a pele (Imagem: Tina Simakova | Shutterstock)

Como você pode se proteger dos raios solares?

A exposição moderada ao sol é benéfica e essencial para a produção de vitamina D, mas exagerar pode provocar desde rugas e sardas até problemas mais sérios como o câncer de pele. Por isso, é vital encontrar um equilíbrio e usar de maneira sábia as estratégias de proteção solar.

1. Barreiras físicas: Como me manter seguro ao ar livre?

Usar roupas de cores claras, chapéus, bonés e óculos de sol pode aumentar a proteção da sua pele contra o sol. Opte por ficar na sombra durante os horários de pico, entre 10h e 16h. Estas pequenas ações criam barreiras físicas que ajudam a evitar os danos causados pela radiação solar.

2. Protetor solar: Qual é o melhor modo de usá-lo?

A aplicação correta de protetor solar faz toda a diferença. Prefira produtos com FPS 30 ou superior e aplique generosamente nas áreas mais expostas, como rosto, pescoço e orelhas. Para uma eficácia máxima, passe o protetor cerca de 20 minutos antes de sair de casa e não se esqueça de reaplicá-lo ao longo do dia, mesmo aqueles que são à prova d'água.

3. Alimentação: Como os alimentos podem ajudar na proteção solar?

A sua dieta também contribui para a saúde da pele! Consuma alimentos ricos em vitaminas E, C e B3, conhecidos por auxiliar na regeneração dos tecidos cutâneos. Além disso, alimentos com betacaroteno e licopeno, como cenouras e tomates, podem ser aliados poderosos contra os efeitos nocivos do sol.

Outro aliado é a hidratação: beba bastante água, água de coco e use hidratantes para manter a pele saudável e lubrificada.

Por Mariana Durante

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